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Observatório de Inteligência Artificial no Jornalismo

EXAME DE QUALIFICAÇÃO NO PPGJOR COM PARTICIPAÇÃO DO OBIAJOR

  • Setembro 11, 2026

A investigadora do OBIAJOR Adriana Gonçalves integrou, esta sexta-feira, 11 de setembro, a banca do exame de qualificação da tese de doutoramento de Francilene de Oliveira Silva, no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJOR/UFSC, Brasil), em modo remoto.

A autora da tese, Francilene Silva, realizou uma parte da sua investigação no LabCom e em Portugal, a partir da modalidade de ‘doutorado-sanduiche’. O seu trabalho analisa as transformações provocadas pela IA generativa no jornalismo, com particular atenção às questões de autoridade epistémica e legitimação do conhecimento. A dimensão comparativa entre Portugal e Brasil assume particular relevância no contexto do OBIAJOR, porque permite observar diferentes contextos de adoção da IA e discutir as consequências destas tecnologias para as práticas profissionais além fronteiras.

A tese intitulada “Legitimação do conhecimento e autoridade epistémica do jornalismo no contexto da IA generativa: um estudo comparativo entre Brasil e Portugal”, é orientada por Rita de Cássia Romeiro Paulino e tem como coorientador João Canavilhas, investigador principal do OBIAJOR e professor da Universidade da Beira Interior. Da banca examinadora fizeram parte também os professores: Raquel Ritter Longhi PPGJOR/UFSC, Felipe Müller (PPGFil/UFSC) e Ana Regina Rêgo Leal (PPGCOM/UFPI).

O tema da tese tem proximidade com as linhas de investigação do OBIAJOR – Observatório de Inteligência Artificial no Jornalismo, que acompanha a utilização da IA nas redações e a forma como os meios de comunicação comunicam estas práticas aos seus públicos. A investigação desenvolvida no âmbito da tese contribui, assim, para o debate sobre os impactos da IA generativa nas práticas jornalísticas e sobre as mudanças que esta tecnologia introduz nos processos de produção, validação e disseminação de informação.

A participação de Adriana Gonçalves na banca, juntamente com a coorientação de João Canavilhas, reforça a colaboração científica entre o LabCom e grupos de pesquisa do Brasil em torno de um dos principais desafios atuais do jornalismo.

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